1. Animação do interior
Na última nota escrevi sobre a desertificação do interior e algumas medidas eclesiais para aquecer o inverno demográfico. É claro que nada se resolve por decreto nem temos uma varinha mágica para inverter o processo de contínua desertificação. Nem sequer o governo ou a comunidade europeia.
Mesmo fazendo parcerias com todos os responsáveis há algo que depende da natureza e da vontade de cada pessoa em idade fértil. Sem desejo de simplicidade e de vida austera, vai ser impossível reter as pessoas no interior. O ambiente está contaminado e o estilo de vida da juventude rema em direção ao litoral e aos grandes aglomerados. Outrora os monges fugiram para o deserto, julgando impossível o seguimento de Cristo na cidade. Estes monges não constituiram família de sangue. Mas deram origem a uma grande família dos discípulos de Cristo.
No descampado do Alentejo encontram-se muitas comunidades exotéricas e famílias de origem estrangeira que trocaram o rebuliço de países altamente industrializados pela simplicidade de vida do nosso interior. Embora muitos não provenham de comunidades cristãs, no entanto cultivam e buscam realizar valores que contrariam a desertificação humana e ecológica do planeta. Sem mencionar nomes, aqui deixo o meu respeito e admiração.
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