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terça-feira, 22 de outubro de 2013

1ª Jornada Missionária Diocesana



A vila de Grândola, no passado sábado, tornou-se o centro da diocese de Beja ao tornar-se palco da 1ª Jornada Missionária Diocesana. “Todos, tudo e sempre em Missão” foi o lema que animou este encontro. O programa proposto estava orientado para todas as idades e a todas as pessoas. Oração, reflexão, encontro e descobertas foram os condimentos para a vivência desta Jornada.
Aos poucos, cedo começaram a chegar os primeiros participantes. O jardim central começou a ganhar mais vida, mais animação. Numa das extremidades, a Tuna Morenita dava as boas vindas e na outra, a azáfama dos escuteiros que montavam o ‘Acampamento da Missão’, davam sinais de um dia diferente. Até o ‘S. Pedro’ se associou a este acontecimento ao permitir um dia radiante depois de uma noite muito chuvosa.



A Igreja existe para evangelizar
À hora marcada, por grupos, e ao som de cânticos, encaminhamo-nos para os locais de trabalho e reflexão. Os adultos, no Cine-Teatro Granadeiro, após a apresentação por arciprestados e da palavra do Bispo, D. António Vitalino, acolheram a mensagem do Director Nacional das Obras Missionárias Pontifícias, P. António Lopes, SVD. Em linguagem simples e apoiada em imagem, este sacerdote começou por afirmar que, como baptizados, temos de estar “todos e sempre em Missão como Igreja missionária, terna, pobre e próxima das pessoas e que a Igreja existe para evangelizar, pois esta é a sua razão de ser, o seu horizonte e o seu objectivo”. Prosseguiu dizendo que “os destinatários do anúncio do Evangelho são todos os povos”, mas que há dificuldades de fora, mas também de dentro da Igreja “quando às vezes são fracos o fervor, a alegria, a coragem, a esperança no anunciar a todos a mensagem de Cristo e em ajudar os homens do nosso tempo a encontrá-lo”. O responsável pelas OMP disse ainda que “o decreto conciliar Ad gentes revela a missão como núcleo e identidade da própria Igreja, uma Igreja que existe para evangelizar (EN 14) e que deve identificar-se na e a partir da missão”.

“Colocar-se em estado de missão”

Apontou como horizonte “que cada comunidade assuma um novo estilo que a leve a colocar-se em estado de missão: tanto aqui como mais além, tanto nas saídas geográficas (regiões de missão) como nas saídas culturais e antropológicas (novos areópagos sociais e culturais)”, concluindo que a animação missionária tem de ser uma atitude viva e dinâmica na pastoral das Igrejas.
Á luz da Redemptor Missio de João Paulo II lembrou que “a missão renova a Igreja, revigora a sua fé e identidade e dá-lhe novas motivações. É dando a fé que ela se fortalece” (RM 2). A missão é sempre jovem e aposta na frescura, no vigor e no perfume do Evangelho. Depois, o P. Lopes apontou formas de fazer o caminho de descoberta desde o subir ao monte (transfigurar-se) e depois descer ao vale (para transfigurar). Passando o olhar pela mensagem para o Dia Mundial das Missões, disse que o santo Padre quer que “a dimensão missionária não fique esquecida ou marginalizada. Ela deve ficar inscrita no coração de cada homem e de cada mulher, mas também em todos os programas pastorais e formativos”. O Director da OMP terminou a sua reflexão lançando uma questão: “O que devemos fazer para que este desafio seja uma realidade na nossa diocese e nas nossas paróquias?”

Duas confissões de vida
Do programa para este grupo etário constava a partilha da experiência do jovem Isaías, voluntário missionário, durante 10 anos em Moçambique, bem como o testemunho do P. Zé Luzia, feito na primeira pessoa e também expresso no livro a que deu o título ‘Uma Igreja de todos e de Alguém’. O livro, apresentado num pequeno filme, não é apenas um relato ou descrição duma determinada realidade eclesial africana, mas vai mais longe: faz uma reflexão que pretende iluminar não só as suas virtualidades, como se transforma em convite a que outras Igreja locais, nomeadamente aquelas onde urge a nova evangelização, se deixem inspirar por tal realidade. Entre nós, esta obra constitui um oásis, num deserto onde praticamente não existem reflexões pastorais. Há um largo espaço de reflexão que vem ajudar a preencher.
Estas duas confissões de vida, feitas com alma e com paixão, tocaram a assembleia que aplaudiu longamente estes missionários, significando deste jeito o agradecimento pela partilha que fizeram e pelo dinamismo dão às suas vidas ao serviço da Missão.


Testemunho jovem
Os jovens, seguiram para o Salão Paroquial, e animados pelo Departamento da Pastoral Juvenil, com o P. Francisco Encarnação e a Irmã Natália, reflectiram sobre a Mensagem do Papa Francisco para o Dia Mundial das Missões e tiveram oportunidade de reviver as Jornadas Mundiais da Juventude, com o testemunho de quem participou neste evento. O jovem Isaías partilhou a sua experiência de missionário em Moçambique e ainda houve tempo para troca de vivências de férias missionárias.
Os Escuteiros e as crianças da catequese, com seus chefes e catequistas, fizeram a ocupação do Acampamento da Missão. Durante toda a manhã, e a partir da cruz, onde se podiam ler as palavras ‘Missão’-‘Todos’-‘Sempre’, deram a conhecer a quem passava, através da disposição das 4 tendas, dos sinais e das mensagens, dos jogos e dos contactos de rua que Deus ama a todos e quer salvar a todos.

Alimentar o corpo e o espírito
A hora do almoço chegou e abriram-se os farnéis. A Santa Casa ofereceu uma sopa quente e todos puderam saborear a variedade das ementas partilhadas. O jardim foi o espaço escolhido e, à volta da mesma mesa, deu-se um momento de convívio e de encontro de gerações.
O tempo corria e entrava-se num dos momentos fortes da Jornada. A Tenda da Oração/Adoração, aberta desde a manhã e com o Santíssimo Sacramento, foi lugar de encontro pessoal com a Eucaristia. Agora, por grupos etários, todos foram convidados a “estar com Ele, ao menos, meia hora”. O silêncio, a oração interior ou comunitária, o canto, ajudaram a que acontecesse o encontro com Ele.
Ao longo do dia, mais três Tendas, falaram da Missão: a da Caridade e da Partilha, a do Testemunho e Carisma (deram-se a conhecer 4 Congregações masculinas e 7 Institutos femininos) e a da Missão Popular e Infância Missionária. O Museu de Arte Sacra de Grândola, pela arte e pela história, também foi testemunho de vivência de fé e de missão, ao longo de séculos, nas gentes da Vila morena.

Caminhada missionária e Eucaristia
A caminhada missionária do jardim municipal até à Igreja matriz foi mais um acto de testemunho público de que a Missão está na rua e pode tocar todos os ambientes. À cruz do acampamento, ao terço missionário ao vivo (formado por escuteiros, vestidos com as cores que representam os 5 continentes), aos cartazes com os nomes dos 6 arciprestados, juntou-se a imagem da Senhora das Missões. Presidida pelo Bispo diocesano, esta manifestação missionária atravessou as ruas do coração da vila e, ao som de cânticos interpelativos, dirigiu-se para o lugar do grande Encontro, a Eucaristia.

A Igreja encheu-se e a celebração começou. Os cânticos, animados pelo coro paroquial, a Palavra proclamada e posteriormente partilhada na homilia do Presidente, os sinais levados no ofertório e o envio (uma pequena pedra com a frase ‘Jesus eu amo-te’, tornaram bem presente e visível o lema da diocese para este ano pastoral. A ‘Iluminados pela Palavra e alimentados com a Eucaristia’, poder-se-á acrescentar, para viver a Missão.
A Eucaristia foi o ponto alto da 1ª Jornada Missionária Diocesana. Tudo convergiu para ela e dela todos partiram em Missão.

Agradecimentos
Valeu a pena a aposta e o desafio. Responderam à proposta feita algumas centenas de pessoas, de vários pontos da diocese. Poderiam ser mais. Esta constatação quer dizer que ainda há muito a fazer, a trabalhar, a ir em Missão. Quem participou não ficou indiferente ao que se viveu em Grândola. ‘Todos e sempre’ em Missão, pois há muito caminho a fazer!
Sendo um dia cheio e em cheio, envolveu muita gente. Por isso, são merecedores de uma palavra de agradecimento os Padres Manuel António e José Manuel Valente, os Departamentos, Secretariados, Movimentos e Grupos diocesanos, os Religiosos e as Religiosas, os Agrupamentos 670 de Grândola e 722 de Santiago do Cacém, a Santa Casa da Misericórdia, a Câmara Municipal e toda a Comunidade Paroquial de Grândola.
Esta palavra estende-se aos que vieram de longe para partilharem connosco as suas vivências e experiências missionárias (P. António Lopes, P. Zé Luzia e Isaías), ao senhor Bispo, sacerdotes, diácono e religiosas e a todos os que, com a sua presença, alegria e espírito de missão tornaram possível e visível este momento de testemunho e de festa.
A Jornada acabou, mas a Missão continua. ‘Todos, tudo e sempre em Missão’ era o lema deste dia. Agora, para os participantes na Jornada como para toda a diocese tem que se tornar vida, testemunho, disponibilidade, serviço.

P. Agostinho Sousa,

CDM/Beja

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Jornada Missionária Diocesana - Testemunho


A distância não conta, quando a vontade de ir é maior do que a vontade de ficar. Por isso fomos de Mértola a Grândola, movidos por este desejo de estar com todos os que partilham este mesmo querer, este desejo de encontro em torno do mesmo objectivo, movidos pela vontade de “subir à montanha” com Deus no coração.





Valeu a pena. De vários lugares e todas as idades. Tudo preparado com espírito de missão. Foi um dia dinâmico e com espaço para a tranquilidade da oração.
Percebemos que, de facto, a missão não é uma questão de território geográfico, mas de povos e culturas, de cada pessoa, de coração para coração porque aí, é o lugar de encontro entre o humano e o divino e onde o mistério se nos revela. Para isso, é necessário aprofundar a consciência missionária de cada baptizado e de cada comunidade para depois se encontrar espaço e tempo, dar um novo sentido ao que parece perdido e “descer ao vale”, convencidos do poder que tem o amor que é capaz de se concretizar em “SMS”- ser mais solidário-.
A missão renova, revigora a nossa fé e dá-nos novas motivações. O “KIT”, apresentado (jejum, oração e comunidade) pareceu-nos ser o “segredo” que leva tantos missionários a dar-se com a coragem que só Deus pode dar. Esse foi também o testemunho do Padre José Luzia que nos fez renovar a esperança e acreditar que o impossível acontece quando nos deixamos tocar pela graça que Deus nos concede a todos, sem excepção.
Deste dia de encontro, de caminhada, de partilha e de oração saímos mais conscientes da nossa missão de baptizados. O envio foi o momento nobre da jornada. Iluminados pela Palavra, saímos verdadeiramente alimentados pela Eucaristia.
Maria S. Romana,
Grupo de Mértola


sábado, 19 de outubro de 2013

Beja: Jornada diocesana assinala Dia Mundial das Missões



A Diocese de Beja promove, hoje, a primeira Jornada Missionária Diocesana, em Grândola.
Promovida pelo Centro Diocesano Missionário (CDM) de Beja, esta Jornada tem por tema geral “Todos, tudo e sempre em Missão”.

Em comunicado enviado à Agência ECCLESIA, os promotores desta iniciativa referem que o programa é para “todas as idades e todas as pessoas”, que vão ter oportunidade de viver momentos de “oração, reflexão, encontro e descobertas”.
“É uma espécie de retiro para todos e que irá ajudar a fazer a descoberta 
d´Aquele que nos ama e a quem devemos amar, de Quem deu a vida por nós e que é o único Salvador”, afirma o CDM.
O encontro decorre entre as 10h00 e as 16h00 e vai desafiar os participantes a deixarem “de ser adeptos ou simpatizantes” para se tornarem “discípulos e testemunhas” de Jesus Cristo.

PR - Beja, 19 Out 2013 (ECCLESIA)


sexta-feira, 11 de outubro de 2013

1ª Jornada Missionária Diocesana



Como Já foi divulgado e é sabido, a Diocese de Beja vai viver a 1ª Jornada Missionária Diocesana, em Grândola, dia 19 de Outubro. Esta acção tem como tema geral “Todos, tudo e sempre em Missão.

O programa dirige-se a todas as idades e a todas as pessoas. Oração, reflexão, encontro e descobertas são condimentos para a vivência desta Jornada. É uma espécie de retiro que vai ajudar a todos a fazer a descoberta de quem nos ama e de quem amamos, de quem deu a vida por nós e que é o único Salvador.

É um tempo para descobrir como testemunhamos a nossa fé e como vivemos esta adesão a Jesus Cristo, deixando de ser adeptos ou simpatizantes para nos tornarmos discípulos e testemunhas.

CDM/BEJA
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