quinta-feira, 31 de maio de 2012

Missão no Cercal [II]


Nós na missão

Testemunho
Desde há muito tempo que eu tinha interesse em descobrir o que era viver a “Missão”. O primeiro contacto que eu e a minha esposa tivemos foi vivido há cerca de quatro anos numa Missão Popular, em que fomos Animadores de Assembleias Familiares, em S. Teotónio em 2008. Aí tivemos uma experiência positiva e desafiadora.
Em Novembro de 2011, tive a alegria de ser chamado a fazer parte dum grupo de Animadores da Missão (doze, ao todo) que, durante cerca de seis meses, recebeu formação em Santiago do Cacém e em S. Teotónio. Foram coordenadores deste tempo de formação os Padres Agostinho e o Padre Abílio e o objectivo era a participação activa na Missão na Paróquia de S. Teotónio (a ser feita, por zonas/aldeias) e a formação do Grupo Missionário Paroquial.


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Missão no Cercal


Viver a Missão

Testemunho

De 13 a 27 de Maio, mês de Maria, a primeira evangelizadora da humanidade, decorreu a missão Popular no Cercal do Alentejo. A equipa missionária era constituída por quatro pessoas: Pe. Agostinho, vicentino; Irmã Gorete, espiritana, e um casal de S. Teotónio, Diácono José Inácio e sua esposa, Nélida.
Chegados ao Cercal, no dia 12, fomos bem acolhidos pelo Pároco, Pe. José Pires Sores, e integramo-nos no esquema da paróquia, participando no terço que, diariamente, pelas 20:30 se rezava na Igreja. No fim da oração, tivemos um pequeno encontro com as pessoas, procurando, com elas preparar o início da Missão.
No Domingo, 13, dia de Nossa Senhora de Fátima, tivemos a Eucaristia do Envio dos Missionários e da Equipa de apoio de Cercal. Esta gente muito colaborou connosco no terreno, sobretudo, na visita aos doentes e idosos. À noite, rezamos o terço com os pastorinhos e cada pessoa ofereceu a nossa Senhora um ramo de flores.


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quarta-feira, 30 de maio de 2012

Dons do Espírito




1. Dotados para o bem comum
Na última nota escrevi alguns pensamentos sobre o conceito de uma Igreja sinodal, isto é, uma comunidade de discípulos de Cristo cuja característica essencial é a comunhão e participação co-responsável de todos na construção de uma comunidade peregrina, a caminho da Jerusalém celeste. Este objectivo não é alcançável a partir de nós mesmos e muito menos individualmente. Todos os meios e pedagogias humanas são importantes, mas não bastam.

Já o Mestre dos Apóstolos o tinha dito, quando ainda estava com eles, antes da sua morte na cruz. Através do evangelista João (16, 12-13) sabemos o que lhes disse: «Tenho ainda muitas coisas a dizer-vos, mas não sois capazes de as compreender por agora. Quando Ele vier, o Espírito da Verdade, há-de guiar-vos para a Verdade completa”.
Esta promessa foi cumprida e por ela surgiu a comunidade dos apóstolos missionários, através de cujo testemunho destemido surgiram muitas comunidades de discípulos pelo mundo fora e através dos tempos. A memória litúrgica do cumprimento desta promessa, do envio do Espírito Santo, celebramo-la neste domingo, no dia de Pentecostes, cinquenta dias depois da Páscoa.


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