segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Missão Popular em Marinhais

Na vila de Marinhais - Salvaterra de Magos, diocese de Santarém, decorreu a Missão Popular de 29 de Setembro, a 13 de Outubro. A equipa missionária era composta por um sacerdote vicentino, uma religiosa espiritana e uma leiga dos Colaboradores da Missão vicentina.
A Missão teve início na Eucaristia da Festa do Padroeiro, na antiga Capela de Marinhais. No final, fez-se a procissão de velas, com a imagem de S. Miguel, que foi levada para a Igreja Nova. Nessa celebração, presidida pelo Pároco, Pe. João Maria fez-se a apresentação da equipa missionária.
Durante o dia visitámos as escolas, os doentes, no seu domicílio ou nos inúmeros lares/casas de acolhimento e o Centro de Dia.
A primeira semana foi dedicada às catequeses familiares nas 16 Comunidades onde eram partilhadas a Palavra de Deus e as experiências de fé de cada um dos presentes. No sábado deu-se o Encontro da Comunidade de Comunidades. Todos participaram activamente e fizeram a apresentação da vivência dos quatro dias da comunidade. Cada um dos Grupos escolheu um nome e um símbolo que exprimiam as experiências de fé. Os mesmos grupos, à semelhança das primeiras comunidades, recolheram bens alimentares que depositaram aos pés do altar. Estes foram entregues à Conferência de S. Vicente de Paulo que os distribuiu por mais de trinta famílias.

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sexta-feira, 11 de outubro de 2013

1ª Jornada Missionária Diocesana



Como Já foi divulgado e é sabido, a Diocese de Beja vai viver a 1ª Jornada Missionária Diocesana, em Grândola, dia 19 de Outubro. Esta acção tem como tema geral “Todos, tudo e sempre em Missão.

O programa dirige-se a todas as idades e a todas as pessoas. Oração, reflexão, encontro e descobertas são condimentos para a vivência desta Jornada. É uma espécie de retiro que vai ajudar a todos a fazer a descoberta de quem nos ama e de quem amamos, de quem deu a vida por nós e que é o único Salvador.

É um tempo para descobrir como testemunhamos a nossa fé e como vivemos esta adesão a Jesus Cristo, deixando de ser adeptos ou simpatizantes para nos tornarmos discípulos e testemunhas.

CDM/BEJA
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quarta-feira, 9 de outubro de 2013

CRIAR REDES

CRIAR REDES
A dignidade da pessoa humana realiza-se na relação. Para que esta não seja simplesmente virtual, impessoal, anónima, torna-se necessário fazer uma nova aprendizagem das novas linguagens. A escola e a Igreja têm aqui um campo imenso de investigação e de ação pedagógica junto das famílias, das crianças e dos jovens, que não podemos deixar perder.

1.  Criar relações
Na semana passada tive oportunidade de participar nas jornadas das comunicações sociais da Igreja em Portugal, que versaram sobre a comunicação em rede como novo ambiente pastoral, inspirando-se na mensagem papal para o Dia Mundial de 2013. Foi uma rica oportunidade para ouvir pessoas experientes sobre esta temática, que me fascina e muito me tem ajudado na missão episcopal. Mas, para além do uso intenso dos meios tecnológicos digitais, constatei que eles criaram um novo ambiente de comunicação, mesmo ao nível do testemunho da fé cristã, fazendo surgir novas linguagens e novas mentalidades.


Muitas vezes estes novos meios criam dependências e rompem os laços de proximidade interpessoal. Mas também se revestem de imensas potencialidades na criação de novas relações, que, embora virtuais, não deixam de ser reais. Sabemos que a dignidade da pessoa humana se realiza na relação. Para que esta não seja simplesmente virtual, impessoal, anónima, torna-se necessário fazer uma nova aprendizagem das novas linguagens. A escola e a Igreja têm aqui um campo imenso de investigação e de ação pedagógica junto das famílias, das crianças e dos jovens, que não podemos deixar perder. As escolas de teologia, onde se forma o nosso clero, não podem prescindir de formar os seus alunos nestas linguagens.


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